Caravana da Ouvidoria fortalece cultura do respeito no Campus Areia
Iniciativa promove conscientização sobre assédio, discriminação e os mecanismos de acolhimento e denúncia na instituição
“Acho essas palestras muito importantes, pois ainda vivemos esse tipo de situação em muitos lugares. É uma iniciativa que esclarece bastante, porque muitas pessoas, às vezes, nem percebem que estão agindo de forma inadequada. Isso reforça nosso entendimento sobre o assédio. Hoje, tudo ficou muito bem esclarecido para mim.” A declaração é da estudante do curso de Administração do Campus Areia, Eleonora Santos, que participou da palestra promovida pela equipe da Caravana da Ouvidoria do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), iniciativa que vem desenvolvendo um amplo trabalho de orientação voltado ao enfrentamento do assédio moral, do assédio sexual e da discriminação na administração pública, especialmente no ambiente educacional da instituição. Acesse o Guia Lilás
Nesta etapa, encerrada na quarta-feira (29), no Campus Areia, a Caravana também contemplou as comunidades acadêmicas do Campus Guarabira e realizou uma visita à equipe gestora do Campus Esperança para alinhar o planejamento da atividade, que será realizada em breve na unidade.
A programação é dividida em três momentos. Inicialmente, a equipe apresenta o papel da Ouvidoria na instituição, destacando sua importância como instrumento de mediação entre a comunidade acadêmica e a gestão, além de orientar sobre o registro de manifestações, como elogios, sugestões, reclamações, denúncias e solicitações. Em seguida, são apresentados o funcionamento da rede de enfrentamento ao assédio e os canais disponíveis para o registro de denúncias por meio da plataforma Fala.BR. Por fim, a equipe aborda os diferentes tipos de assédio, exemplificando com situações que configuram desrespeito, discriminação ou violência no ambiente escolar.
Para a professora de Língua Inglesa do Campus Areia, Sibéria Farias, a Caravana da Ouvidoria fortalece a cultura do respeito e oferece mais segurança à comunidade acadêmica. “Acho muito relevante essa iniciativa porque servidores, estudantes e colaboradores terceirizados passam a compreender melhor seus direitos, deveres e limites de atuação, o que proporciona mais segurança sobre como agir e reforça o respeito nas relações com o outro”, destaca.
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Ernani Baracho – Jornalista da DGCOM






