Comunidade pode opinar sobre informações públicas que serão disponibilizadas no Plano de Dados Abertos do IFPB

Participe da consulta e ajude a definir quais informações devem ser priorizadas. Formulário disponível até 17 de agosto.

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O Instituto Federal da Paraíba (IFPB) está construindo o Plano de Dados Abertos (PDA) 2026–2028 e quer ouvir a comunidade acadêmica e a sociedade sobre quais informações institucionais devem ser priorizadas para publicação. A consulta pública está disponível até o dia 17 de agosto e pode ser acessada por meio de formulário eletrônico.

 Participe da consulta pública do PDA 2026–2028

Mas, afinal, o que são dados abertos? De forma simples, são informações públicas que podem ser acessadas gratuitamente e utilizadas e reutilizadas pela comunidade interna e externa, em formato aberto (csv, xls, json) acessível para uso, reutilização e compartilhamento. Isso permite que estudantes, pesquisadores, servidores, jornalistas, instituições e cidadãos consultem informações e também utilizem esses dados para estudos, análises e pesquisas.

O IFPB possui atualmente 14 bases de dados abertas e catalogadas no Portal Brasileiro de Dados Abertos e no catálogo de dados da instituição . Para a elaboração do novo PDA, foi realizado um inventário que reúne 28 bases de dados produzidas pelo Instituto, abrangendo temas estratégicos como concursos, oferta de cursos e vagas, projetos de pesquisa e extensão, ambientes de inovação, propriedade intelectual, assistência estudantil, Pé-de-Meia, orçamento e finanças, Índice de Eficiência Acadêmica e estágios.

Segundo o presidente da Comissão de Atualização do PDA, Fábio Albuquerque, desse total de  bases, 12 estão sendo apresentadas na consulta pública para que a comunidade ajude a definir a prioridade de abertura durante a vigência do PDA 2026–2028, outras 14 já estão catalogadas e duas não são passíveis de abertura no momento. 

Como participar?

O questionário apresenta as 12 sugestões de bases de dados. Para cada uma delas, o participante poderá indicar o nível de relevância, escolhendo entre pouca relevância, média relevância, muita relevância ou “não sei opinar”.

Ao final, há um espaço para sugerir outras bases de dados que poderiam ser disponibilizadas ou registrar comentários gerais sobre a consulta.

A participação permite que a comunidade indique, de forma direta, quais informações considera mais úteis e relevantes para estarem disponíveis publicamente. As contribuições serão consideradas no processo de definição das bases que poderão integrar o novo Plano de Dados Abertos 2026–2028.

A consulta pública integra o processo de construção do PDA,que é orientado e monitorado pela Controladoria Geral da União. O objetivo é alinhar a disponibilização dos dados de todo o poder executivo federal às necessidades de informação da sociedade, contribuindo para o acesso às informações públicas, a transparência e o controle social.