Aula inaugural do curso FIC de Padeira do Programa Mulheres Mil aconteceu nesta segunda-feira (31)
O curso tem como objetivo ampliar possibilidades de inserção no mundo do trabalho e de geração de renda de mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica
O IFSPB Campus Santa Luzia promoveu, nesta segunda-feira, 31 de agosto, a aula inaugural do curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) de Padeira, ofertado por meio do Programa Mulheres Mil. A iniciativa tem como objetivo ampliar as oportunidades de educação, qualificação profissional e inclusão socioprodutiva das mulheres, contribuindo para a conquista de maior autonomia e para a melhoria de suas condições de vida.
Com duração até 17 de dezembro, o curso será realizado no período da tarde, de segunda a quinta-feira. Ao todo, cerca de 35 mulheres estão inscritas na formação, que atende mulheres quilombolas das comunidades Talhado e Pitombeira, em situação de vulnerabilidade social e econômica.
Durante a formação, as participantes terão a oportunidade de desenvolver conhecimentos e habilidades na área de panificação, ampliando suas possibilidades de inserção no mundo do trabalho e de geração de renda.
O curso de Padeira é coordenado pelo servidor Filipe de Sá e integra as ações do Programa Mulheres Mil no IFSPB Campus Santa Luzia.
Para o coordenador Filipe de Sá, o momento inicial foi de acolhida dessas mulheres. "Um movimento de aproximação, de interação, de conhecimento nessa nova casa, que será o abrigo para elas durante todo o curso". De acordo com Filipe, o maior ganho destas mulheres com o programa mulheres mil "está no campo do intangível, do imaterial. Para além das técnicas da panificação, essas mulheres terão a oportunidade de fermentarem seus objetivos e sonhos.
Para o coordenador Filipe de Sá, o momento inicial foi de acolhida dessas mulheres. "Um movimento de aproximação, de interação, de conhecimento nessa nova casa, que será o abrigo para elas durante todo o curso". De acordo com Filipe, o maior ganho destas mulheres com o programa mulheres mil "está no campo do intangível, do imaterial. Para além das técnicas da panificação, essas mulheres terão a oportunidade de fermentarem seus objetivos e sonhos. Óbvio, que focaremos no lado empreendedor delas, nas possibilidades de trabalho e renda, mas queremos que elas se sintam capazes de ocuparem lugares tanto aqui, quanto no mundo lá fora, lugares dignos de respeito e equidade", disse.
Por Clara Marinho *Jornalista do Campus Santa Luzia


